Propaganda eleitoral disfarçada de notícia “um pecado mediático”

05/10/2025 em Editorial

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Propaganda eleitoral disfarçada de notícia “um pecado mediático”

Neste momento político, até medíocres reconhecem o papel da mídia na sociedade , todos são unânime de que “a imprensa é 4⁰ poder”, sem mínimo conhecimento científico coloquial da influência mediática em relação aos outros poderes. Falar por falar apenas!

No mundo académico e científico o poder está hierarquizado pela sua influência: 1⁰ Setor Privado (dinheiro) 2⁰ governos, 3⁰ sindicatos, 4⁰ imprensa, 5⁰ religiões, 6⁰ e último os consumidores. Sendo comunicação social quarto poder, não significa “Órgão da soberania“, mas sim pela sua função e influência. Certamente, imprensa é considerada o quarto poder porque também, desempenha um papel fundamental na sociedade, atuando como um órgão de fiscalização e controle dos outros três poderes da democracia: Executivo, Legislativo e Judiciário.

Jornalistas, o período está repleto de conteúdos mediáticos com mais propaganda disfarçada de notícia. Uma prática “condenável” que pode prejudicar a democracia e a liberdade de expressão. Os jornalistas devem estar atentos para não se tornarem instrumentos de propaganda política e devem priorizar a informação objetiva e imparcial. Fundamentalmente, promover a consciência cívica cidadã, fazer com que os cidadãos eleitores e público em geral conheçam políticos e partidos ou servidores públicos.

A ética jornalística é essencial para garantir a credibilidade e a confiança do público. Os jornalistas devem ser transparentes e honestos, apresentando informações precisas e imparciais, sem viés político ou ideológico.

Os jornalistas têm o poder de influenciar a opinião pública e de moldar a perceção da realidade. Por isso, é fundamental que exerçam seu papel com responsabilidade, ética e imparcialidade, garantindo que as informações apresentadas sejam precisas, objetivas e úteis para a sociedade.

Sendo a imprensa um pilar fundamental da democracia e que desempenha um papel crucial na fiscalização e controle dos poderes públicos, é importante que [a imprensa] seja livre, independente e imparcial para que possa exercer seu papel de forma eficaz.

Por CNEWS

05/10/2025