PAIGC exige libertação imediata e incondicional de DSP

06/03/2026 em Política

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PAIGC exige libertação imediata e incondicional de DSP

O Partido Africano da Independência da Guiné e Cabo Verde (PAIGC) assinalou 100 dias de prisão de Domingos Simões Pereira, presidente da ANP, do partido e da coligação PAI-TERRA, classificando o caso como “detenção arbitrária”, “injustiça” e “afronta à democracia”.

Na publicação esta sexta-feira, 6 de março, o partido afirma que já passaram 100 dias desde a detenção de Simões Pereira e que o período representa uma violação da Constituição e do Estado de Direito Democrático na Guiné-Bissau.

Para os libertadores  prender um líder político “pelo simples motivo de ter apoiado o candidato vencedor da eleição presidencial” configura um ataque direto à democracia e às liberdades fundamentais.

“Nenhuma força militar está acima da lei ou da vontade do povo”, lê-se na nota, que exige “fim imediato e incondicional” da detenção e respeito pela Constituição e pela vontade popular.

Por CNEWS

06/03/2026